Na assimetria do tempo
Revogo, taciturno meu alento
Invoco rastros turbulentos
Do que um dia chamei de sonhar
Na carona nao quista desses ventos
Nao escolho a direção nem o lugar
E a arritmia de tudo que eu quero
Te peço a paciência de uma brisa
Nesse ritmo arrítmico do meu sonho
Espero dormir para me entregar
Aos teus olhos,vívidos de luar
Mas a manha vem clara a te tragar
Mas fique calma um dia você há de voltar
Noite e dia em um sopro calmo a me abraçar
Sem precisar nos meus sonhos lhe recordar
Nem ter medo da memória te apagar.
(Bruno pefe)

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