Em dias que a montanha
Belisca as nuvens
Como já dizia Rubens
Algo deve estar errado
Dói tanto ter quarenta anos
E não ter um amor fedido
Para relinchar seus roncos
Ao meu lado,ao me deixar de lado
Por quê ainda quero morrer de amor
Se mal posso olhar-me no espelho,
Vêm-me um pensamento pentelho
Poderia aumentar um pouco mais os seios?
(Bruno Pefe)
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Um pedaço do mundo
O meu pedaço do mundo é aqui
Fico assustado ao me pensar em outro lugar
Mas dentro de mim a um pássaro
Batendo asas prestes a zarpar
Está menos claro,mas cada vez mais claro
Que necessito do luar
Mas fico mesmo assim sentado
De olhos fechados,com medo de olhar
Me emprestaram um lema afim de me encontrar
Mas eu não tenho um tema para me direcionar
Como minha estada aqui é pequena me surpreenda
Pois logo descubro minhas asas e parto,a voar.
(Bruno Pefe)
Fico assustado ao me pensar em outro lugar
Mas dentro de mim a um pássaro
Batendo asas prestes a zarpar
Está menos claro,mas cada vez mais claro
Que necessito do luar
Mas fico mesmo assim sentado
De olhos fechados,com medo de olhar
Me emprestaram um lema afim de me encontrar
Mas eu não tenho um tema para me direcionar
Como minha estada aqui é pequena me surpreenda
Pois logo descubro minhas asas e parto,a voar.
(Bruno Pefe)
domingo, 13 de novembro de 2011
Caminhada
Sigo risos
Sonhos infindos
Livros lidos
Uma só vez
Sigo rindo
Fim do sonho
Lendo o livro
Outra vez
Sigo e rimo
Rego sonhos
lendo um livro
Com você
Sigo e paro
Pesadelos
O falso fim
Cadê você
Não mais sigo
Pois o meu sonho
e este livro
Me levaram a você.
(Bruno Pefe)
Sonhos infindos
Livros lidos
Uma só vez
Sigo rindo
Fim do sonho
Lendo o livro
Outra vez
Sigo e rimo
Rego sonhos
lendo um livro
Com você
Sigo e paro
Pesadelos
O falso fim
Cadê você
Não mais sigo
Pois o meu sonho
e este livro
Me levaram a você.
(Bruno Pefe)
sábado, 12 de novembro de 2011
Carmen
Sete estalos,é domingo
Chato,calado,nada a esperar
Meus dias acordam quase dormindo
Outro dia a chuva me fez cochilar
Há tempos em que se forjam sorrisos
Sem saber,são postos em bocas malditas
Quee acabam em sorrisos e cuspidas
E se acham na noite mal dormida
Nem só de acasos é feita esta vida
Mas sim de alguns causos e histórias perdidas
Torram-se as lágrimas das brigas precedidas
Vê-se flácida a ópera das nossas vidas.
(Bruno Pefe)
Chato,calado,nada a esperar
Meus dias acordam quase dormindo
Outro dia a chuva me fez cochilar
Há tempos em que se forjam sorrisos
Sem saber,são postos em bocas malditas
Quee acabam em sorrisos e cuspidas
E se acham na noite mal dormida
Nem só de acasos é feita esta vida
Mas sim de alguns causos e histórias perdidas
Torram-se as lágrimas das brigas precedidas
Vê-se flácida a ópera das nossas vidas.
(Bruno Pefe)
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Em tempo
Em tempo em que a moda
É dizer o que se finge pensar
E quando não vale mais fingir
mostra o que sente,e machuca
O inocente que ao se distrair
Vê-se perdido,sem amigos
Pois todos queriam lhe espezinhar
(Bruno Pefe)
É dizer o que se finge pensar
E quando não vale mais fingir
mostra o que sente,e machuca
O inocente que ao se distrair
Vê-se perdido,sem amigos
Pois todos queriam lhe espezinhar
(Bruno Pefe)
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