Cadê o meu nada?
Osso puro que me traga
Faca de sombras que me mata
Cadê o meu vulto
De sangue imaculado
Não quero ser procurado
Estou cansado
Só quero ficar parado
Fingir que no mundo sou raro
Mergulhar no ralo
Só para ver se entalo
Para que ser aprovado?
A vida é boa
Para quem tem quem lhe proteja
Quero estar livre de todas as sutilezas
Não quero mais estar
Quero durmir.
(Bruno Pefe)
terça-feira, 30 de novembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
Pelo sorriso dos teus olhos
No alto do morro
Ao cair da tarde
Um assunto tenaz
Escorre pela encosta
Que dor nas costas!
Como é bom ficar abraçado
Digo muito mais calado
Com um simples olhar
Falo mais que um turbilhão
Eu preciso me encontrar
Nos teus encantos
Nos cantos
Onde cantas o luar
Prometes nunca me deixar?
Pelos três atos,pelos coros
Por tudo que há
Eu prometo,eu juro
Eu preciso te amar.
(Bruno Pefe)
Ao cair da tarde
Um assunto tenaz
Escorre pela encosta
Que dor nas costas!
Como é bom ficar abraçado
Digo muito mais calado
Com um simples olhar
Falo mais que um turbilhão
Eu preciso me encontrar
Nos teus encantos
Nos cantos
Onde cantas o luar
Prometes nunca me deixar?
Pelos três atos,pelos coros
Por tudo que há
Eu prometo,eu juro
Eu preciso te amar.
(Bruno Pefe)
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Cansaço
Os mesmos tons pastéis
Da cor do vômito
da cor de sempre
Balança esse teu estandarte cansado
Que saco!
Tudo me parece seco
Tudo me parece deserto
Todos os grandes autores
Os autores medíocres
Todos erraram
Só eu que vejo certo
Além do enjôo
Não tem nada
Só o tédio
Tudo irrita
E sigo andando
Sem motivo
Sem rumo
Até que me parem.
(Bruno Pedro)
Da cor do vômito
da cor de sempre
Balança esse teu estandarte cansado
Que saco!
Tudo me parece seco
Tudo me parece deserto
Todos os grandes autores
Os autores medíocres
Todos erraram
Só eu que vejo certo
Além do enjôo
Não tem nada
Só o tédio
Tudo irrita
E sigo andando
Sem motivo
Sem rumo
Até que me parem.
(Bruno Pedro)
A minha medida
Só porque eu não te entendo
Não quer dizer que eu esqueço
O meu apreço por você
Já não tem mais endereço
Eu te quero como nunca
Sua boca na minha nuca
E até eu esquecer
Os meus planos por você
Eu não te esqueço,não dá mais
Não tem como,nunca mais
Você é parte de mim
E para todo o sempre vai ser assim.
(Bruno Pefe)
Não quer dizer que eu esqueço
O meu apreço por você
Já não tem mais endereço
Eu te quero como nunca
Sua boca na minha nuca
E até eu esquecer
Os meus planos por você
Eu não te esqueço,não dá mais
Não tem como,nunca mais
Você é parte de mim
E para todo o sempre vai ser assim.
(Bruno Pefe)
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Se lembra?
Se lembra quando
dormíamos juntas
e decifrávamos as nuvens
Se lembra quando
Não nos importávamos
Com nada,além das brincadeiras
Além das bonecas
Se lembra quando
Éramos princesas
Mesmo sem realmente saber o que era
Só pelo encanto
Se lembra quando
Não éramos tanto
Mas éramos
E tinhamos
Tudo o que precisávamos.
(Bruno Pefe)
dormíamos juntas
e decifrávamos as nuvens
Se lembra quando
Não nos importávamos
Com nada,além das brincadeiras
Além das bonecas
Se lembra quando
Éramos princesas
Mesmo sem realmente saber o que era
Só pelo encanto
Se lembra quando
Não éramos tanto
Mas éramos
E tinhamos
Tudo o que precisávamos.
(Bruno Pefe)
A próxima estação
Mas tanto faz,tanto faz
O que ela fez
não se faz
Ela deve estar sorrindo
Ela deve estar dormindo
mas tanto faz
tanto faz
ela está onde deve estar
ela já ficou pra trás.
(Bruno Pefe)
O que ela fez
não se faz
Ela deve estar sorrindo
Ela deve estar dormindo
mas tanto faz
tanto faz
ela está onde deve estar
ela já ficou pra trás.
(Bruno Pefe)
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Desamparo
Você magoa quem te ama
Infesta e desembesta,mucama
E trata de apagar a nossa chama
Me faz gritar sentido
Com o seu jeito agressivo
Me faz tecer perdido
Meus pedidos
Você me faz chorar escondido
Por tudo o que não foi dito
Eu vou procurar um abrigo
Meu coração não é de vidro.
(Bruno Pefe)
Infesta e desembesta,mucama
E trata de apagar a nossa chama
Me faz gritar sentido
Com o seu jeito agressivo
Me faz tecer perdido
Meus pedidos
Você me faz chorar escondido
Por tudo o que não foi dito
Eu vou procurar um abrigo
Meu coração não é de vidro.
(Bruno Pefe)
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Poema amigável
Farsa inconsequente
Luto distraído
Parte o meu pranto
Faça seu pedido
Por que você não
Anda mais comigo
Por que você não
me chama mais de amigo?
rosto incandescente
Lascas do destino
Óculos embaçado
Fique aqui comigo
Burca decorada
Pelo meu restilo
Turva recortada
calo-me consigo
Alma mal lavada
Riso escondido
Te cubro com a mente
Ouço nossos sinos
Por que você não
Anda mais comigo
Por que você não
Me chama mais de amigo?
(Bruno Pefe)
Luto distraído
Parte o meu pranto
Faça seu pedido
Por que você não
Anda mais comigo
Por que você não
me chama mais de amigo?
rosto incandescente
Lascas do destino
Óculos embaçado
Fique aqui comigo
Burca decorada
Pelo meu restilo
Turva recortada
calo-me consigo
Alma mal lavada
Riso escondido
Te cubro com a mente
Ouço nossos sinos
Por que você não
Anda mais comigo
Por que você não
Me chama mais de amigo?
(Bruno Pefe)
domingo, 7 de novembro de 2010
Eu sangro
Eu sangro
sem perceber eu sangro
minhas ancas pálidas
tingidas pelo mesmo sangue
que escorre
ao sei de onde
não sei do que
eu sangro
para que essas gatos
por que escorrem
gotas transparantes
gotas brancas
não como as gotas tintas do meu sentir
por que meu sangue foge de mim
por que?
por que escorre para longe?
por que não me arrasta consigo?
por que só leva o meu coração?
não sou nada
só passado.
(Bruno Pefe)
sem perceber eu sangro
minhas ancas pálidas
tingidas pelo mesmo sangue
que escorre
ao sei de onde
não sei do que
eu sangro
para que essas gatos
por que escorrem
gotas transparantes
gotas brancas
não como as gotas tintas do meu sentir
por que meu sangue foge de mim
por que?
por que escorre para longe?
por que não me arrasta consigo?
por que só leva o meu coração?
não sou nada
só passado.
(Bruno Pefe)
sábado, 6 de novembro de 2010
Moldura
Tudo é sopro
Tudo que fui
Tudo que não fui
Escorre pelas minhas mãos
Não sou nenhum libertador
Nem meus fantasmas
eu consigo expurgar
Não tenho nada de constante
Só tenho o sopro
Ardendo minhas chagas
Ardidas,como a busca pela perfeição
Que cai como sal em minhas feridas
Não sou bom,nem nada de especial
Pra que versos livres se minha alma é presa
Pra que sutileza?
Se no fundo eu sou rude como os imbecis?
Pra tentar um pouco mais?
Não sei.
Tudo que fui
Tudo que não fui
Escorre pelas minhas mãos
Não sou nenhum libertador
Nem meus fantasmas
eu consigo expurgar
Não tenho nada de constante
Só tenho o sopro
Ardendo minhas chagas
Ardidas,como a busca pela perfeição
Que cai como sal em minhas feridas
Não sou bom,nem nada de especial
Pra que versos livres se minha alma é presa
Pra que sutileza?
Se no fundo eu sou rude como os imbecis?
Pra tentar um pouco mais?
Não sei.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
O Brilho das Estrelas
Seus belos cílios
Reles,parvos,marejados
Me castram transviados
Por que me pudoras Angélica?
Pudera a orvalho do deserto
sulfurar minhas intenções?
Alazão dos meus destinos
Epístola grifada dos nossos corações
Me socorra
Não me pudore
Se não te pudoras
Angélica.
(Bruno Pefe)
Reles,parvos,marejados
Me castram transviados
Por que me pudoras Angélica?
Pudera a orvalho do deserto
sulfurar minhas intenções?
Alazão dos meus destinos
Epístola grifada dos nossos corações
Me socorra
Não me pudore
Se não te pudoras
Angélica.
(Bruno Pefe)
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