O mundo passa
E eu ando devagar
A chuva cala
As cantorias do bar
Se foi o meu riso
No rio do meu pranto
A engrenagem,suja
como a minha cara,viagem
Cada um há de viver o que lhe cabe
O que vivo,é a espada,falso sabre
De revoluções implícitas nos olhos
Que brilham a vitória derrotados
Tem dias que o dia anoitece claro
E a única retórica é dormir
Nesses tempo o tempo
Corre em sentido anti-horário
só para os olhos molhados
Visarem o passado
e enxergarem na tristeza
Um mundo enrrugado.
(Bruno Pefe)

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