Que música é essa?,ela começa,cadê você?
Que música lenta!só isso que me resta,e uma fotografia nossa
Notas violentas a me desorientar,esqueço de notar
Como era bonita,como era bonito ao seu lado estar
A vida é um inferno sem te entreolhar
Loucuras! Pinturas,as faço para estar
Em um quadro,ao seu lado,mesmo sem poder falar
Fico pasmo,no meu desenho calmo,você parece gostar
Mas te conheço,não tens apreço,e volto a chorar
Choro mesmo,e choro menos,até me acalmar
E volto ao teu quadro,aos teus olhos,continuo a pintar
para que esses brilhem,e por eles passem a luz triste do meu sonhar.
(Bruno Pefe)
terça-feira, 28 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Síntese
Na assimetria do tempo
Revogo, taciturno meu alento
Invoco rastros turbulentos
Do que um dia chamei de sonhar
Na carona nao quista desses ventos
Nao escolho a direção nem o lugar
E a arritmia de tudo que eu quero
Te peço a paciência de uma brisa
Nesse ritmo arrítmico do meu sonho
Espero dormir para me entregar
Aos teus olhos,vívidos de luar
Mas a manha vem clara a te tragar
Mas fique calma um dia você há de voltar
Noite e dia em um sopro calmo a me abraçar
Sem precisar nos meus sonhos lhe recordar
Nem ter medo da memória te apagar.
(Bruno pefe)
Revogo, taciturno meu alento
Invoco rastros turbulentos
Do que um dia chamei de sonhar
Na carona nao quista desses ventos
Nao escolho a direção nem o lugar
E a arritmia de tudo que eu quero
Te peço a paciência de uma brisa
Nesse ritmo arrítmico do meu sonho
Espero dormir para me entregar
Aos teus olhos,vívidos de luar
Mas a manha vem clara a te tragar
Mas fique calma um dia você há de voltar
Noite e dia em um sopro calmo a me abraçar
Sem precisar nos meus sonhos lhe recordar
Nem ter medo da memória te apagar.
(Bruno pefe)
Pedaço do Tempo
O mundo passa
E eu ando devagar
A chuva cala
As cantorias do bar
Se foi o meu riso
No rio do meu pranto
A engrenagem,suja
como a minha cara,viagem
Cada um há de viver o que lhe cabe
O que vivo,é a espada,falso sabre
De revoluções implícitas nos olhos
Que brilham a vitória derrotados
Tem dias que o dia anoitece claro
E a única retórica é dormir
Nesses tempo o tempo
Corre em sentido anti-horário
só para os olhos molhados
Visarem o passado
e enxergarem na tristeza
Um mundo enrrugado.
(Bruno Pefe)
E eu ando devagar
A chuva cala
As cantorias do bar
Se foi o meu riso
No rio do meu pranto
A engrenagem,suja
como a minha cara,viagem
Cada um há de viver o que lhe cabe
O que vivo,é a espada,falso sabre
De revoluções implícitas nos olhos
Que brilham a vitória derrotados
Tem dias que o dia anoitece claro
E a única retórica é dormir
Nesses tempo o tempo
Corre em sentido anti-horário
só para os olhos molhados
Visarem o passado
e enxergarem na tristeza
Um mundo enrrugado.
(Bruno Pefe)
domingo, 19 de junho de 2011
Entre trevas e trapiches
Basta de choros imbecis
De redondilhas,coros viris
De caudilhos que forçam a voz
Ao se provarem menores.
Resta um infinito
De homens sempre maiores
Pigarreando as minhas vontades
Sem pedir a minha opinião
Acalmo dessa constante intelecção
O meu fim querido foge
Pelas linhas da minhão mão
Não parece a primeira impressão
Visto pelos estilhaços
Do nosso espelhos quebrado
Me vejo movendo o trapiche
e nos teus olhos as trevas em riste.
(Bruno Pefe)
De redondilhas,coros viris
De caudilhos que forçam a voz
Ao se provarem menores.
Resta um infinito
De homens sempre maiores
Pigarreando as minhas vontades
Sem pedir a minha opinião
Acalmo dessa constante intelecção
O meu fim querido foge
Pelas linhas da minhão mão
Não parece a primeira impressão
Visto pelos estilhaços
Do nosso espelhos quebrado
Me vejo movendo o trapiche
e nos teus olhos as trevas em riste.
(Bruno Pefe)
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Nascer do Luar
Os dias são estranhos
Costuras de se errar
Nos dias me entranho
E espero a noite me tragar
Você me é estranha
Mas quero te abraçar
Os dias são oblíquos
Quero me entregar
O dia é um inseto
Prestes a voar
Eu me sinto o resto
Figura na sala de estar
O dia é sua luz
Me dá vontade de cantar
A noite que começa...
Me perco ao falar.
(Bruno Pefe)
Costuras de se errar
Nos dias me entranho
E espero a noite me tragar
Você me é estranha
Mas quero te abraçar
Os dias são oblíquos
Quero me entregar
O dia é um inseto
Prestes a voar
Eu me sinto o resto
Figura na sala de estar
O dia é sua luz
Me dá vontade de cantar
A noite que começa...
Me perco ao falar.
(Bruno Pefe)
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