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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Poema para Isabela

Você menina,
que ama
ou já amou
Por desespero
Saiba que o amor
Na verdade, é exagero
É fim de outubro
que se vive
em fevereiro
Amar o amor
nos deixa amargos
Amar é amor,
e só, de fato.

sábado, 5 de outubro de 2013

Outro dia
Acordei cansado
Pensei no que vinha
levantei deitado
Tossi melancolia
suspirei angustiado
Era só mais um dia
Aceitei enfadado.

                                  (Bruno Pefe)

                               

domingo, 24 de março de 2013

Cotidiano Ferino

Duas décadas
Alguns espirros
Um fracasso psicológico
Muita política.

A letra escrita
O texto legível
As palavras em fila
Afinal, inteligível.

Dois dias, insônia
Uma meta inatingível
Uma lembrança indelével
Intangível.

O sofá, um abrigo
Fraqueza intransponível
Jantar e dormir
Amanhã, o mesmo capítulo.


                                             

                                             (Bruno Pefe)



sábado, 30 de junho de 2012

terça-feira, 26 de junho de 2012

Neste momento,
no qual todos os cruéis lixam as unhas
Há um vento frio vindo do norte

Muitos são os motivos para se calar
Mas há um outono frio provendo a sorte

Povos pobres choram à própria sorte
Mas há um luar risonho
Um luar de ventos
Um luar de olhos secos

Ao pé do nascer do sol.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A última lágrima

Se vai o amor,meu amor
 Desabrocha a dor para ti
 Se com o meu choro bobo,                    
 vai um pouco de ti
 Perdão minha flor
 Se cortei teu coração
 Se sangrei a tua dor
 Estanquei o nosso amor
 Se for para acabar,perdão
 Não soube falar com o coração
 A dor que te causei sem razão
 Não pude aprender como amar.


 (Bruno Pefe)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Catacrese

Para quê pão?
Tuas vozes secas
Outras vozes lentas
Falharão,talvez não
 O que não vês irmão?
Teu amor tão rasgado
 Tua vida  quieta
Tua morte  lenta
 Em verdade então
Tua hora já foi
Tua voz já perece
Outrora fostes,em vão
 Já não és mais que um senão.


 (Bruno Pefe)