Poema para Isabela
Você menina,
que ama
ou já amou
Por desespero
Saiba que o amor
Na verdade, é exagero
É fim de outubro
que se vive
em fevereiro
Amar o amor
nos deixa amargos
Amar é amor,
e só, de fato.
As Náuseas e o asfalto
Tudo que não é sopro é trívia,e o inexplicável é enfeite
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
sábado, 5 de outubro de 2013
domingo, 24 de março de 2013
Cotidiano Ferino
Duas décadas
Alguns espirros
Um fracasso psicológico
Muita política.
A letra escrita
O texto legível
As palavras em fila
Afinal, inteligível.
Dois dias, insônia
Uma meta inatingível
Uma lembrança indelével
Intangível.
O sofá, um abrigo
Fraqueza intransponível
Jantar e dormir
Amanhã, o mesmo capítulo.
(Bruno Pefe)
Alguns espirros
Um fracasso psicológico
Muita política.
A letra escrita
O texto legível
As palavras em fila
Afinal, inteligível.
Dois dias, insônia
Uma meta inatingível
Uma lembrança indelével
Intangível.
O sofá, um abrigo
Fraqueza intransponível
Jantar e dormir
Amanhã, o mesmo capítulo.
(Bruno Pefe)
terça-feira, 26 de junho de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
A última lágrima
Se vai o amor,meu amor
Desabrocha a dor para ti
Se com o meu choro bobo,
vai um pouco de ti
Perdão minha flor
Se cortei teu coração
Se sangrei a tua dor
Estanquei o nosso amor
Se for para acabar,perdão
Não soube falar com o coração
A dor que te causei sem razão
Não pude aprender como amar.
(Bruno Pefe)
Desabrocha a dor para ti
Se com o meu choro bobo,
vai um pouco de ti
Perdão minha flor
Se cortei teu coração
Se sangrei a tua dor
Estanquei o nosso amor
Se for para acabar,perdão
Não soube falar com o coração
A dor que te causei sem razão
Não pude aprender como amar.
(Bruno Pefe)
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Catacrese
Para quê pão?
Tuas vozes secas
Outras vozes lentas
Falharão,talvez não
O que não vês irmão?
Teu amor tão rasgado
Tua vida quieta
Tua morte lenta
Em verdade então
Tua hora já foi
Tua voz já perece
Outrora fostes,em vão
Já não és mais que um senão.
(Bruno Pefe)
Tuas vozes secas
Outras vozes lentas
Falharão,talvez não
O que não vês irmão?
Teu amor tão rasgado
Tua vida quieta
Tua morte lenta
Em verdade então
Tua hora já foi
Tua voz já perece
Outrora fostes,em vão
Já não és mais que um senão.
(Bruno Pefe)
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