Se perderam as viagens
todas mal empreendidas
Se sujaram as paisagens
a doce vida mal vivida
De vermelho entourage
Qual poesia não sentida
Uma centelha de coragem
Pinga roxa em minha vida
E se viver a paisagem
A vida timbra mal resolvida
E se tudo é miragem
O meu oásis eu perdi.
(Bruno Pefe)
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Ferro bruto dos meus olhos
Qual é o sentido da vida
Provocar a morte despercebida?
Invocar o ódio para ocupar o tédio?
Do que são feitas as palavras vazias?
De ar e sangue de alguém que não sou eu
De ódios em odres dos quais um Deus já bebeu
Ou das vistas cegas a farsa que sou
Se corro jogo o sangue que é seu
Se é meu, me corte,me prove que nasceu
Pois se não, é só, escorre
Regado à poesia
Fingindo que viveu.
(Bruno Pefe)
Provocar a morte despercebida?
Invocar o ódio para ocupar o tédio?
Do que são feitas as palavras vazias?
De ar e sangue de alguém que não sou eu
De ódios em odres dos quais um Deus já bebeu
Ou das vistas cegas a farsa que sou
Se corro jogo o sangue que é seu
Se é meu, me corte,me prove que nasceu
Pois se não, é só, escorre
Regado à poesia
Fingindo que viveu.
(Bruno Pefe)
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Sereno
Sim,senti-me malvado
Me vejo fadado
Aos teus olhos nus
Ai!Assim derrotado
Divago calado
Pelos teus corações
Sabes,me jogo ao chão
Nesse frio do salão
Só para te tatear
Debaixo de um vão
Sem dor nem razão
Só,a me encontrar.
(Bruno Pefe)
Me vejo fadado
Aos teus olhos nus
Ai!Assim derrotado
Divago calado
Pelos teus corações
Sabes,me jogo ao chão
Nesse frio do salão
Só para te tatear
Debaixo de um vão
Sem dor nem razão
Só,a me encontrar.
(Bruno Pefe)
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