Tenho mais de quinze anos
E muitos ódios pela frente
Para sorver em um céu azul
De um qualquer setembro nu
Devem as minhas lágrimas tecer
Tudo de bom que há de haver
entre meus olhos e o coração
No impugno da situação
Dirigem as cinzas de caráter
Em busca de um aumento
Das suas próprias locações
Como gados em rebanho ao abate
Lamento que o cinza me cegue
Que meus irmãos me reneguem
Em busca do primeiro milhão
Onde vão as compras
Em busca de um coração.
(Bruno Pefe)
terça-feira, 23 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Economia de Gestos
Tantos quereres fúteis
Fazem pálido o meu ego
Estômagos contraem
Para sonhos intragáveis
Rasga-se choro pela felicidade
Quando chega sente o rosto
Com uma gota de tristeza
Mas se basta ante o ambicioso olhar
Ave o cheiro de enxofre da conquista
De perder-se em um caminho sem volta
Aos ciclos de desatino
São quereres demais
Só quero a minha paz
Mesmo que seja com a morte.
só
(Bruno Pefe)
Fazem pálido o meu ego
Estômagos contraem
Para sonhos intragáveis
Rasga-se choro pela felicidade
Quando chega sente o rosto
Com uma gota de tristeza
Mas se basta ante o ambicioso olhar
Ave o cheiro de enxofre da conquista
De perder-se em um caminho sem volta
Aos ciclos de desatino
São quereres demais
Só quero a minha paz
Mesmo que seja com a morte.
só
(Bruno Pefe)
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