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domingo, 23 de janeiro de 2011

Onde foi parar?

Terminei de arrumar minhas malas
Olhei pela última vez a nossa casa
Senti um arrepio e um fervor
A raiva é só o prenúncio da volta do amor

Não valia mesmo a pena suportar a dor?
Quando se briga o amor perde a cor
Mergulha em um cinza boçal
Se perde por falta de traquejo

Por que será que me perdi?
Por que voastes da minha mão?
Só sinto que não sei pra onde vou
Só sinto que perdi o meu amor.
(Bruno Pefe)

Caminho

Fui apanhando
Até reconhecer
Que o tempo é relativo
que meu tempo com você
É meu soro e meu abrigo

Fui com os olhos fechados
Até ver para crer
Que o meu tempo com você
É menor do que deveria ser
E que a vida é uma aquarela
Das cores dos teus lábios

Fui,sabendo sem saber
Que peguei o caminho certo
Que estou do lado de quem deveria estar
Que a sina do destino é tudo se arranjar
E seus seus olhos ainda brilham
É aqui que vou ficar
(Bruno Pefe)

sábado, 22 de janeiro de 2011

Suas asas

Quando me perdi procurando
Nos meus vícios,teus indícios
Nos teus versos,me virei do avesso
Rebusquei meus termos
só encontrei teus cabelos
E a minha incapacidade de dizer não

Ao perder os meus sentidos
Descobrir o sentido
Do luar dos teus olhos
Descobrir que o brilho lacrimoso
Dos meus olhos corrompidos
É o meu choro ressentido
O meu medo de te perder
(Bruno Pefe)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Poema íntimo

Os teus olhos não estão mais em transe
Mas seu pescoço responde meus recados,delicados
Ah,se os seus passos estão marcados
Meus olhos seguem seus timbres ousados
Que me dizem para não sair ainda

Se tudo em ti me diz que tu és linda
Quanto mais perto mais sorte a minha
Minha alma foge em busca do seus bosques
Seus olhos são o meu açude
E mesmo que tudo isso mude

Nada mais é passageiro
Com você agora sou inteiro
Faço tributos aos pensadores
Que a séculos enaltecem um grande amor
Sem saber ele,o pensador
Que retratava em si o nosso amor.
(Bruno Pefe)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Marcha

Ando meio cansado
da impetuosidade do tempo
Dos valores,da falta de alento

Ando bem cansado
Do caráter violento
Das buscas infindas
Desalento,me repito

Ando bem cansado
Só chuva,só metáfora
Estão fechadas as portas
para os meus sonhos
Que sonhos?já se derreteram
Antes de chegar à porta

Cansei,estou parado.
(Bruno Pefe)

Me abraça

Se me disser que vais embora
Se faz drama e briga com as datas
É que já passou da hora
De caires nos meus braços

Quando quiseres gritar, chora
Recorda tudo,vasculha a memória
Que não esquecestes da nossa hora
Agora lembra do que fazíamos

Se soubesse que a essa hora
Meu coração puxa na memória
E só se lembra do seu nome
do seu cheiro,da nossa história

Não mais suporto nenhum entrave
Eu estou cansado de ser só um
Quero estar ao seu lado,só com o amor
Livre de qualquer outro sentimento,nenhum.
(Bruno Pefe)

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Sopro

A vida é um rio
Abrace tudo que te cause arrepios
E leve consigo,como se fostes um navio.
(Bruno Pefe)