Escrevo
porque a vodca acabou
E a caneta ainda tem tinta
e as folhas me convocam à tatuá-las
Escrevo,por que a vida me falou
Ao pé do ouvido me avisou
Que a minha sina era ser eterno
Mesmo morto, eterno pelas letras
O maior dos paradoxos
A Poesia,garantia da eternidade da alma
ambígua como a vida,se realiza do brilho da minha mente
Para a ponta da minha caneta
daí ao pragmatismo do papel,e bifurca
Pela eternidade ou pela nulidade
mas mesmo assim vive.
(Bruno Pefe)

adorei, continue a escrever, sempre =)
ResponderExcluirE nessas minhas manias de andar por aí procurando coisas interessantes para ler, caí aqui e me surpreendi com tamanho talento! Gostei muito da forma como você escreve, muito mesmo! Causou-me uma sensação muito boa. Parabéns e continue a escrever sempre!! (:
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