O vento urge pensares.Trânsito
macabros são os poetas e suas ânsias
Coitado é o profeta,preso em suas radiações
E para mim,o campo não existe
O Arcaísmo é uma mentira
As minhas crônicas são as da cidade.
Os ventos são estilhaços do ar livre
Fulgidos,fingidos entre os prédios
Remédios à todas as especulações,inaudíveis
A razão,uma estupidez inútil,que invade a cidade|
Essa cidade que me farta
Essa cidade que me enfarta.
(Bruno Pefe)

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