Nunca fui oblíquo
Não lavei minha fé
Nas minhas mãos se mostram
o revés da paixão
que ao invés do coração
coage a multidão
embaça,curtindo-a
pra me falar
Que eu devo seguir
a canção a proferir
as noites a dizer
do improvável dos seus beijos
Da coerência dos bibêlos
Que aos serviços do amor
Incoerente como só
Me soam ao afagar dos seus cabelos
que por ti,e por cedê-los
por tê-los em mim
posso me permitir o pulso desvairado da jugular
que pulsa no intenso de te amar.
(Bruno Pefe)

adorei s2
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