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domingo, 8 de agosto de 2010

Esclarecimento

A perfeição mentiu e seguiu
Na objeção carente dos teus olhos,o sono
A perfeição ruiu,caiu
Eu um espelho d'agua retalhado pelas tuas lágrimas

Os odres sujos do seu pensamento
Gritavam,estavam fartos dos horrores da liberdade
Remavam em busca da paz
em busca das rédeas corretoras,em busca da flor

qual é a flor inexpugnável dos meus sonhos?
É essa a busca,é o motivo capital,
que faz quaisquer explicações burras
que fatigam o infatigável
Faz da coerência leiga
faz de suor um prato
cheio de lembranças rudes

Que molha com o ardor a plenitude
Que canta o silêncio em marcha
É chama que atiça a galope
me pesca e me põe em um envelope
Sem saber que o seu pólen
por ser pólen,por ser seu
Me traga ao avesso da vida
Á poesia desconhecida
Às repetições,ao mesmo fim
Simples assim,em ti.
(bruno pefe)

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