Para quê pão?
Tuas vozes secas
Outras vozes lentas
Falharão,talvez não
O que não vês irmão?
Teu amor tão rasgado
Tua vida quieta
Tua morte lenta
Em verdade então
Tua hora já foi
Tua voz já perece
Outrora fostes,em vão
Já não és mais que um senão.
(Bruno Pefe)

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