Em dia em que até a lua está tímida
Me canso até de pensar
Que eu dia se estiver louco
Talvez meu descanso seja amar
E tusso com a fumaça turva
Que o vento torto acaba a levar
Vejo que não nada queimando
A fumaça que respiro é o próprio ar
E ando até ficar rouco
DE tanto exclamar
Nas ruas todos são loucos
A ópera para eles é gritar
E gritam tanto fazendo poucos
Até alguém a voz lhe roubar
E voltam para casa tão todos
chorando:São Paulo!
Para sempre vou te amar.
(Bruno Pefe)

Muito bom Bruno, cada vez melhor. Parabéns!
ResponderExcluirPor Beatriz