Qual é o sentido da vida
Provocar a morte despercebida?
Invocar o ódio para ocupar o tédio?
Do que são feitas as palavras vazias?
De ar e sangue de alguém que não sou eu
De ódios em odres dos quais um Deus já bebeu
Ou das vistas cegas a farsa que sou
Se corro jogo o sangue que é seu
Se é meu, me corte,me prove que nasceu
Pois se não, é só, escorre
Regado à poesia
Fingindo que viveu.
(Bruno Pefe)

Nenhum comentário:
Postar um comentário