Me perco pelo vento,desaforo
Pelos rios,pelas ruas,contesto
O homem é mesmo seu próprio lobo
Pela prata e pelo ouro,eu não presto
Amar a própria espécie como o resto
Perdi a euforia em cada retórica
Ainda sentir o gosto dos seus cheiros
É algo ambíguo,e vou-me ao desespero
Por idas,procuram o meu íntimo
Elipse escarnecida,desejos
Receios se misturam em algum lugar
Sinto,não sinto?Esqueci de lembrar.
(Bruno Pefe)

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