Tudo é sopro
Tudo que fui
Tudo que não fui
Escorre pelas minhas mãos
Não sou nenhum libertador
Nem meus fantasmas
eu consigo expurgar
Não tenho nada de constante
Só tenho o sopro
Ardendo minhas chagas
Ardidas,como a busca pela perfeição
Que cai como sal em minhas feridas
Não sou bom,nem nada de especial
Pra que versos livres se minha alma é presa
Pra que sutileza?
Se no fundo eu sou rude como os imbecis?
Pra tentar um pouco mais?
Não sei.

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