Quem me espera na próxima esquina?
O que irá me surpreender no próximo passo?
Quais serão os traços riscados
por essa revolução silenciosa
das oito as dezenove horas
Quantas são as solas que pisarão
no chão,em vão
e quantos são os corpos vivos
Quantas são as almas pedintes que moram no chão
por não ter vazão
por não ter por onde nem por quem
por serem unicamente,sabedoras
Que as solas dos dias as deixam além
além dos risos,além da corrida,além da vida.
(Bruno Pefe)

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